Introdução

June 29, 2007

 

Este trabalho, realizado pelos alunos Ana Paula Rodrigues, Eliza Ester Jory, Isabella Fernandes Guimarães, Letí­cia Magalhães Avelar, Matheus Magalhães Avelar, Paulo Henrique Ribeiro e Rafael Cândido da 9ª série,turma 902, do Colégio Frei Orlando unid.II, tem como objetivo mostrar como a Justiça está relacionada com a Ética , esclarecendo,assim os conceitos acerca desse tema.

O que é ética?

June 29, 2007

Para que possamos compreender de forma mais ampla e completa justiça, listamos alguns conceitos:

 A ética (palavra originada diretamente do latim ethica, e indiretamente do grego ηθική, ethiké) é um ramo da filosofia, e um sub-ramo da axiologia, que estuda a natureza do que é considerado adequado e moralmente correto. Pode-se afirmar também que Ética é, portanto, uma Doutrina Filosófica que tem por objeto a Moral no tempo e no espaço, sendo o estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana. 

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica

O que é justiça?

June 29, 2007

 

O termo justiça, de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social atravéz da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos (litígio).

 

pt.wikipedia.org/wiki/Justiça

 

            Sendo assim,concluímos que a justiça depende da ética para se concretizar. Sem ética não há justiça

A justiça e o chinelo

June 29, 2007

Juiz protela audiência porque trabalhador usava chinelo

A seccional do Paraná da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) repudiou nesta sexta-feira (22) a atitude do juiz da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel, Bento Luiz de Azambuja Moreira, que adiou – no dia 13 de junho – uma audiência porque o trabalhador Joanir Pereira compareceu ao fórum usando um par de chinelos de dedo.
Moreira vai ter que se explicar agora à Corregedoria do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT/PR). A informação é da assessoria de imprensa do TRT/PR, que divulgou nesta sexta-feira uma nota de esclarecimento sobre o episódio.
Joanir Pereira, parte reclamante de uma ação que corre contra a empresa Madeiras J. Bresolin Ltda. (parte reclamada), foi quem compareceu à audiência de chinelos. Ele é trabalhador rural, atualmente desempregado.
             O juiz alegou que “o calçado era incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”. “Num país tropical como o Brasil, uma decisão como essa no âmbito da Justiça é absurda. Um fato como esse deve entrar para os registros das aberrações jurídicas”, disse o presidente da OAB-PR, Alberto de Paula Machado.
             Para o advogado Marcelo Picoli, que alegou tentar argumentar com o juiz para não adiar a audiência, a atitude do juiz impediu o acesso de seu cliente à Justiça. Picoli acrescentou que já entrou com uma ação indenizatória na Comarca de Cascavel. ”Foi ofensa à dignidade da pessoa humana, um ato discriminatório. Nós queremos não só a reparação por danos morais como também a retratação do juiz”, afirmou ele.
             Segundo Picoli, em função do tipo da ação trabalhista, a sentença poderia ter saído no final da audiência. A ação corre desde março. A audiência foi remarcada para 14 de agosto. (Com informações da Revista Jurídica Última Instância)

  

Retirado de:

http://www.bonde.com.br/bondenews/bondenewsd.php?id=599LINKCHMdt=20070622

  Comentário do grupo:  

            A justiça brasileira mostrou mais uma vez que não é tão eficaz. Uma pessoa não deve ser impedida de fazer alguma coisa devido à roupa que usa. Um trabalhador que possui como calçado um único chinelo, tem os mesmos direitos que qualquer outro homem, independente de sua condição financeira.                                                        Segundo a “lenda” a justiça é “cega”(imparcial)….Será mesmo?!

Não é o que parece, pelo menos aqui no Brasil….

O caso João Hélio… A justiça tem agido com ética?

June 29, 2007

No dia 7 de janeiro de 2007, o Brasil parou..

Um fato estarrecedor ocorrido da cidade do Rio de Janeiro obteve repercussão internacional e abalou a cidade carioca em especial a família do garoto João Hélio, de apenas 6 anos de idade.

O assalto aconteceu na Avenida João Vicente, em Oswaldo Cruz. A mãe do menino João Hélio Fernandes foi rendida ao volante do Corsa Sedan. Ela estava com uma amiga e a filha de 13 anos, que conseguiram sair do carro. Preso ao cinto de segurança, João Hélio não conseguiu sair.

Os bandidos arrancaram com o veículo em alta velocidade, com o menino pendurado.

A falta de policiais nas ruas, facilitou a fuga. Os bandidos andaram sete quilômetros, passando pelos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura. Demonstrando serem conhecedores da área, os assaltantes abandonaram o carro no final da rua. Certos de que não seriam presos, estacionaram e trancaram o carro antes da fuga. Um advogado que passava pelo local, no momento da fulga dos bandidos avisou à polícia. Pouco depois, a rua foi tomada por policiais.

Cerca de 18 horas depois do crime,policiais prenderam as duas pessoas que teriam roubado o Corsa de Rosa Cristina Fernandes e causado a morte de seu filho João Hélio Fernandes Vieites.

Diego Nascimento da Silva, de 18 anos, e um menor, de 16 anos, foram encontrados, em Madureira. Eles responderão por latrocínio (roubo seguido de morte). A pena para Diego varia entre 20 e 30 anos. O menor, no entanto, só poderá ficar detido por no máximo três anos, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Nos perguntamos: ” A justiça agiu com ética prevendo uma pena, de apenas três anos a um “menor” que propiciou conscientemente a morte de uma criança inocente?”

            Talvez a solução para problemas como esse seja a redução da maioridade penal, mas, é fato que algo tem de ser feito. Não podemos esperar que mais casos com esses aconteçam para tomarmos alguma atitude.


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